Atualizar - tarefa árdua
É pessoal, quando comecei a escrever o trabalho sobre a intranet (tema que escolhi) lembrei-me da palestra do Tony, da Folhaonline, porque o que me chamou a atenção durante toda a apresentação foi a sua ansiedade em publicar a matéria pronta sobre a morte do Papa e para isso bastaria apenas apertar uma única tecla e o mundo receberia informações quentíssimas. Pois é, na empresa também deveria ser assim, as informações atualizadas em tempo real, porém isso ainda, ao meu ver, está longe de acontecer. Mas como na própria apresentação ele diz que os caminhos da internet estão sendo traçados e participamos dessa criação, desse novo meio de comunicação, penso que descobriremos uma forma de fazer isto acontecer sem que necessariamente haja impacto relevante nos investimentos das organizações.
Escrito por Ilce às 17h28
[]
[envie esta mensagem]
|
Depois de muitas tentativas, finalmente consegui!!! Como já está meio tarde...amanhã eu escrevo!!!
Monalisa
Escrito por galera do jornalismo às 19h24
[]
[envie esta mensagem]
|
A pauta do dia - São Paulo no caos.
Por acaso, é novidade? Não!! Pensar sobre isso chega a ser redundante. Quando não foi? Há muito tempo atrás. Hoje administramos o nosso dia da melhor maneira possível tentando driblar as adversidades cotidianas. Num belo dia, a natureza resolve abrir suas compotas e despejar sobre este solo sem dono suas tórridas águas em uma madrugada fria e sombria. Muitos de nós adormecemos com o barulho da chuva pensando ... amanhã será um novo dia. Novo sim! Pois há muito não se via um transtorno tão grande causado pela chuva que caiu torrencialmente. Não conseguimos chegar ao trabalho, decidimos rápido, avisamos o chefe, meia volta e pegamos o rumo do nosso doce lar. Uns revoltados, outros cansados, outros animados, pois podem aproveitar o dia para resolver questões caseiras e assim vamos entrando na tarde desta bela, longa e devastadora quarta-feira. O que me ocorre é, como estamos anestesiados. Ficamos irritados no dia, mas tudo passa... Estamos cansados de pagar os impostos, de focalizarmos a notícia, de denunciarmos... e nada de bom acontece. Parece que já nos conformamos com esta dor de não sermos ouvidos nas nossas reivindicações..., de falarmos para o nada...., de identificarmos os problemas da cidade.... e de não sermos atendidos. Enfim, esta bela cidade de São Paulo vai se decompondo com o passar da indiferença e o que nos restará, a não ser os cartões postais, uma tremenda saudade. Mas, quem se importa com isso?
Margarida Firme da Silva – 25.05.2005
Escrito por galera do jornalismo às 15h41
[]
[envie esta mensagem]
|
Blogada ao século XXI
Pessoal, nem posso acreditar...... Ufa!!!! Consegui após tantos dias de expectativas, tentativas e erros. Enfim cheguei ao século XXI, ligada à tecnologia de última geração. (ehehe). Como estou no trabalho não posso demorar muito. Da próxima vez escreverei sobre o trabalho da Profa. Santa Maria.
Escrito por Ilce às 07h29
[]
[envie esta mensagem]
|
O Desabafo da semana!!!
Eu já havia ficado engasgada com daquela de não conceder direito a réplicas aos jornalistas na primeira entrevista coletiva concedida desde de que o Presidente Lula foi eleito, agora esta de "cartilhinha do Politicamente Correto" é um Fiasco!!! Que tá acontecendo minha gente?!! querem calar nossas bocas, vendar nossos olhos e ditar o que podemos ou não dizer?!! Por onde anda a democracia? A liberdade de imprensa e de expressão? Que governo é este? Sinto um cheiro podre de Censura e Ditadura no ar! Tô passada!, Tô Bege!! ( ai!! será que é politicamente correto dizer tô bege?). Com todo respeito... Que merda hein!! Rosimara Freitas
Escrito por Rosimara às 19h33
[]
[envie esta mensagem]
|
Comunicar é a palavra de ordem. É a bola da vez, é questão de necessidade e sobrevivência. Na lista dos livros mais vendidos do mês, podem observar: vários títulos pretendem ensinar, explicar, melhorar ou apenas discutir a comunicação. Não a comunicação como cadeira acadêmica, mas a comunicação como prática do dia-a-dia de profissionais, mães e crianças, pais e filhos, mulheres e homens, chefes e subordinados, líderes e equipes.
Em sala de aula, discutimos quais as melhores maneiras de se comunicar nos veículos de Internet. Como falar, para quem falar, o que falar, e como moldar todas as mensagens para que sejam informativas (politicamente corretas) e atrativas (comercialmente corretas).
Na minha visão, ainda falta muito para o jornalismo digital ficar redondo e não sem cara de copy-paste. Assim como ainda falta bastante para estas literaturas de receitas de comunicação se tornem de verdade eficientes, pelo menos para mim, eu leio bastante, assimilo pouco e coloco quase nada em prática.
Sejamos realistas: está tudo caminhando, e como em todo caminho, muitos tropeços acontecem. Acho que o realismo, aliás, foi o que mais gostei na palestra de Márcio Chaer, do Consultor Jurídico. Foi honesto quando relatou sua trajetória na construção de um portal, com suas dificuldades, seus conflitos éticos, e com tudo aquilo que desejamos fazer mas nem sempre é possível.
Deu para me identificar com suas mazelas, porque sou empresária, porque num surto aos 23 anos de idade eu e uma colega iniciamos uma sociedade e fundamos uma agência de comunicação integrada. Uma pequena diferença - o Chaer resolveu fazer isso quando já estava calejado, informado, bem amigado. Já nós resolvemos – como dizem – começar a casa pelo telhado.
Então, foi confortante ver que as questões que me tiram o sono também perturbam os mais experientes. E foi muito bom ver que, se não conseguimos implantar todas as soluções, o fato de conhecê-las e estudá-las já é um bom começo.
Importante também foi o caso de sucesso da Agestado. É sempre bom ter modelos de todos os tamanhos, para copiar o que dá e reinventar o que não dá!
De todas as aulas, o que fica realmente para mim é a discussão sobre planejamento. Sentar e pensar. Decidir o que entra e o que sai. Não apenas para desenvolvimento de website, e sim para qualquer peça, plano, ferramenta de comunicação. Estudar o que é “importante, ponto”; e o que é “importante, mas”.... Explico – tem uma série de coisas que são importantes, mas custam caro, mas dão muito trabalho, mas ficam inviáveis, mas demoram demais, mas requerem tecnologia extra, mas estão em falta, mas estão decadentes, mas outros já fizeram igualzinho, mas isso, mas aquilo. No jornalismo institucional, principalmente se o canal for virtual, tem que se começar pelo que é importante, ponto. E deixar o que é importante, mas... para depois.
Não se aborreçam, sou pragmática! E para encerrar minha opinião, para que o planejamento seja realmente sucedido com êxito, o profissional tem de adicionar um último, porém valioso detalhe: o feeling. Saber sentir, querer entender, buscar compreender, se esforçar para comunicar. Comunicar com linguagens, decifrar mensagens, procurar o ponto de encontro entre forma e conteúdo, o cruzamento de equilíbrio entre generalizado e personalizado. É algo que está ali – entre o profissional, que compreende as fórmulas que deve aplicar, e a pessoa que simplesmente sente o que não deve fazer.
Camila Goytacaz
PS - se quiserem ver meu blog pessoal, acessem http://camilagoytacaz.blog.uol.com.br, mas não é lá estas coisas, está meio abandonado e é composto basicamente por um monte de desabafos e pensamentos perdidos. Se quiserem conhecer melhor a minha empresa (esta Internet com suas propagandas ... é fogo né) acessem www.dotnews.com.br. Beijos para todos!
Escrito por Camila às 19h13
[]
[envie esta mensagem]
|
Técnicas subjetivas na arte de convercer
As duas últimas aulas com a Prof Mii Saki, que trataram do impacto dos recursos sonoros e audivisuais nas peças construidas para o Jornalismo Institucional, me fizeram voltar ao tempo em que eu cursava publicidade na faculdade, foi muito bom recordar como meus olhos brilhavam ao descobrir que utilizando o recurso certo, a cor certa, vc conseguia provocar o exato comportamento pretendito em seu público alvo, uma "alquimia" fantástica! É evidênte que algumas pessoas não gostam muito destas técnicas, acham que é uma forma de manipulação da vontade, do desejo, e na verdade é, mas estes recursos existem são cientificamente comprovados por estudos psicológicos e são extremamente eficazes. O que precisamos ter em mente é a ética na utilização destas técnicas subjetivas na arte de convencer, elas são fantática sim, mas não é por isto que todo mundo vai virar Hitler e manipular inescrupulosamente milhares de pessoas induzindo-as a crer em algo completamente sem sentido. Mas experimentar estes recursos na produção de nossos materiais fará diferença! Rosimara Freitas
Escrito por Rosimara às 20h28
[]
[envie esta mensagem]
|
Caramba, eu odeio balas!
Tô parado no meio do trânsito. A galera não para de fazer barulho e um cara insiste em me vender doces. Eu odeio balas! Caramba, como ele ainda não percebeu isso? O farol abre e eu acelero, nem dá tempo para o rapaz abrir a boca novamente. Caramba, que cara chato.
Que episódio! Essa lástima, ocorrida na esquina da Av. Brasil com a Av. Rebouças, me faz lembrar sobre uma palestra, a palestra do dono do site Consultor Jurídico, agora eu não lembro no nome dele, mas depois falo pra vocês. Caramba, o cara estava certo. Temos que conhecer o público-alvo para as nossas ações terem sucesso! Um assessor de imprensa precisa conhecer o veículo para conseguir publicar algo nele. Precisa conhecer os clientes da empresa para ajudá-la a vendê-la cada vez mais. Tá tudo ligado! Quem não coloca isso em prática tá f......
Se o tal vendedor soubesse que eu não gosto de balas, ele teria oferecido as guloseimas para um outro cara. E melhor: teria me deixado em paz! Mas, mas.... infelizmente, não foi isso que rolou. O cara não estudou o público-alvo, não fez uma pesquisa de mercado, não fez um levantamento, não se planejou.... Simplesmente, saiu oferecendo o seu produto pra qualquer pessoa, como se todos gostassem de balas.
Precisamos traçar um plano com metas, ações e depois colocar tudo em prática. O cara do Consultor Jurídico disse isso e explicou, fazendo uma simulação em sala de aula, que precisamos sempre ter o famoso plano B, caso algo dê errado. Caramba, o cara estava certo. Ao receber um não, o vendedor mostrou-se sem iniciativa e foi para a calçada.
Tive um grande aprendizado com essa história toda: se uma empresa não conhece o público-alvo, ela não terá sucesso, não venderá o produto. Se o vendedor não conhece o comprador, ele será chato! Isso serve também dentro do jornalismo institucional. Caramba, tá tudo ligado.
Deixo uma mensagem final: vendedores do Brasil (não penso em sair daqui tão cedo, a passagem tá cara), por favor, eu imploro: conheçam o público-alvo e não me ofereçam balas. Eu odeio essas guloseimas. Deu pra entender?
(Rodrigo Capella)
Escrito por galera do jornalismo às 01h01
[]
[envie esta mensagem]
|
teste carol
carol, teste
Escrito por galera do Jornalismo às 19h06
[]
[envie esta mensagem]
|
Não resistência.
Quase 20 dias após o "start point" do Blog Coletivo e nenhum dos colegas deu uma só palavra no espaço interativo, e olha que 20 dias na NET equivale a uma eternidade! Fiquei tentando imaginar qual seria o real motivo do meu fracasso aparente como blogueira - OH! eles me odeiam! - Mas como auto estima e persistência além demodéstia também são meus pontos fortes, substitui este pensamento pela idéia de ser culpa da famosa "resistência ao meio", afinal o que tem de jornalista hoje em dia achando que os blogueiros são como "ervas daninhas" não é brincadeira, além disto algumas pessoas podem ter encontrado dificuldades no manuseio das ferramentas, enfim. Resolvi então contribuir com algumas idéias a este respeito. No último dia 26 de abril, terça, ocorreu no Memorial da América Latina em São Paulo, a palestra da Profª Dra. Margarethe Born sobre o tema "Repensando A América Latina : Jornalismo na Atualidade" (que num momento posterior farei um resumo a quem não pode comparecer), no decorrer da palestra percebi que as aflições mais latentes no público que assistia, formado em larga maioria por graduandos de jornalismo eram: "A profissão de jornalista vai acaber?" "Os blogueiros e outros que vierem vão tomar nosso lugar?" "Se qualquer um pode execer a função de jornalista o que seremos no futuro?". Eu realmente acredito que estas inquietaçoes devem ser discutidas, mas o ponto mais importante ainda não é este. A quanto tempo publicitários, Relaçoes Públicas e outros profissionais se deparam com estes conflitos? Hoje em dia qualquer um pode ser um Marketeiro, um publicitário, um RP mesmo sem formação, basta que pra isto seja Comunicativo, Dinâmico, Criativo e domine ferramentas gráficas não é mesmo? Definitivamente não, e quem tem formação adequada, especialização e experiência teórico-prática sabe que isto não é o bastante. Mas, esta é a realidade em que vivemos. Acredito que aos profissionais da área de comunicação em geral é preciso um olhar mais holítico, é necessário ampliar nossas habilidades, expandir nossos conhecimentos, sair do senso comum.
É Evidente que que não existe mais jornalismo, propaganda ou MKT feitos da mesma maneira que a 10 anos atrás, TUDO MUDA! e ainda bem que muda. O Desafio maior neste momento é desatar os nós das inseguranças e partirmos para um redecobrimento de nosso verdadeiro papel na sociedade.
Se os "blogueiros,Neteiros e todos os outros eiros" tomaram de assalto nossas atividades, isto deve significar que em algum momento nós perdemos o olhar para o futuro, dormimos, piscamos e alguém estava mais atento que nós para os anseios da sociedade. Agora temos que quebrar novos paradigmas e descobrir novos caminhos. E pra isto um dos primeiros passos é não sermos resistentes as mudanças, experimentar, interagir, conhecer e avaliar os novos recursos. Será que é por ai?O que vcs acham? Abraços, Rosimara Freitas
Escrito por Rosimara às 13h12
[]
[envie esta mensagem]
|
Boas vindas
Confesso que ao ouvir da Profª Santa Maria o "convite" para ser a "voluntária" na criação do Blog da turma fiquei um tanto atordoada. Pensei, justo eu! com tanto jornalista na sala!, eu sou publicitária, meu negócio é vender, promover, ampliar, como é que vou conseguir dar aquele ar jornalístico pro Blog? Mas, como desafio é o meu forte, estou aqui, dando o ponta pé inicial. Pensei num espaço onde pudessemos trocar idéias, sugerir textos, ampliar discussões iniciadas em sala de aula, enfim, pensei num espaço de produção de material, algo que posteriormnte pudesse ser aproveitado. A princípio o Blog está restrito ou seja, só entra quem tem senha, mas isto é só até decidirmos no coletivo qual é o modelo ideal. Sugiro que de início cada um faça um breve comentário sobre suas experiências com linguagem eletrônica e faça considerações a respeito das 4 primeiras aulas. Fiquem a vontade para fazerem aquelas modificações que dão o "clima jornalístico". De minha parte espero que este exercício resulte num material consistente e interessante que possa no futuro ser comercializado e...brincadeirinha de publicitária. Sejam todos muito bem vindos, e mãos a obra! []s Rosimara.
Escrito por Rosimara às 16h37
[]
[envie esta mensagem]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|
|
 |

|